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Cobrança de dívidas, antes sem necessidade de recorrer a Juízo. O êxito dependerá da negociação credor/devedor, com a intermediação do advogado. Cobrança cujo êxito se deve aos esforços do advogado, que tem direito a 10% do valor cobrado, incluídos juros e outros encargos devidos. Se a recuperação do crédito apresentar maior dificuldade, o percentual se elevará na contrapartida do esforço necessário.

Certo que nem sempre o devedor chega à situação de inadimplência por ato de vontade o que, lamentavelmente, não o desobriga do encargo, tampouco justifica o prejuízo do devedor, com o que se caracterizaria a figura do enriquecimento sem causa.

Recorreremos à saída judicial se nossas tentativas se revelarem infrutíferas. Nesse tempo, o ajuizamento da ação, com a petição inicial, os procedimentos subseqüentes, configuram o litígio judicial, expediente que restou para reaver seu crédito. Para os dois lados, devedor e credor, vinga ainda a saída de buscarem a composição possível com o advogado que, só frustrada, vai resultar em demanda judicial. Notas promissórias, duplicatas, cheques, para citar o que há de mais comum.
 

PINHEIRO e MENDES ADVOCACIA EMPRESARIAL | SÃO LUÍS | MARANHÃO | BRASIL
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