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O Cliente

O cliente potencial. Cada um de nós, com uma freqüência de que nem nos apercebemos, deparamo-nos com situações em que, a nosso ver, temos nossos direitos violados ou ameaçados. Quase sempre, pela dimensão em que fomos atingidos, por um pedido de desculpas, uma retratação logo esquecemos os fatos. Como viver em sociedade pressupõe choques, atritos, um bate-boca, até a que demos causa, ceder logo se mostra a solução adequada.

Quem pode ser o cliente. No entanto, não é sempre que um conflito se resolve de forma rápida e fácil. Nossa integridade física, nossa honra, nossos valores, cabe-nos defendê-los, quando atingidos, buscando o socorro da Justiça. O cheque que nos foi dado com insuficiência de fundos, os aluguéis que o inquilino não pagou, a conta de água, já paga, que insistem em nos cobrar de novo, os alimentos de que o pai relapso quer fugir ao pagamento, são exemplos da oportunidade de procurar a lei. Não nos é permitido, nessas hipóteses, tomar o lugar do Estado, não é lícito fazer justiça com as próprias mãos.

Onde o advogado. O ordenamento jurídico recomenda, para a solução de nossos litígios, a figura do advogado, o profissional que irá, em seu nome, representá-lo em juízo. Com um mandato que lhe será conferido por procuração, o advogado terá o propósito de solver as pendências que lhe forem apresentadas. Para tanto, dispensará zelo, empenho e tempo nesse mister. Será ele quem irá estudar o seu caso, consultar processos, pesquisar em livros, tornar o seu interesse o interesse dele. E precisará de sua confiança para isso.

Aguarde o resultado do jogo. Pertinente uma observação: jamais confie em advogado que, no primeiro contato, de chofre, à queima-roupa, garantir-lhe que a sua é uma causa ganha. No fórum, do outro lado, há outro advogado, igualmente habilitado como o seu. Talvez não tão hábil, é possível, sim. Os dois vão levar seu caso ao juiz, que proferirá decisão com base em fatos, provas e em argumentos.

Ouça o advogado. Você pode confiar naquele que, consultado, ouvido seu caso, sugerir-lhe que demandar em juízo não será a melhor saída. Se ele lhe pedir que tente um acordo com o outro, que se houver cessão de lado a lado ambos evitarão o desgaste de uma batalha judicial, siga a orientação dele. Muitos prejuízos seriam evitados, tempo seria poupado, mais dinheiro não seria gasto, tudo se o brasileiro assimilasse a cultura da advocacia preventiva.

O cliente quer ser informado. Alguns clientes perguntam: Como anda o meu processo? Quando haverá a primeira audiência? Tenho de procurá-lo com freqüência para estar informado? E cansados, também, de ouvirem dizer que a justiça é lenta, perdidos nessas dúvidas e em seus anseios os leigos do DIREITO acabam sendo penalizados por falta de informações concretas.

O cliente, razão de ser. Sem demérito a nenhuma outra, ser advogado é uma das profissões mais bonitas e respeitadas por todos. É através dele que podemos reivindicar nossos direitos perante a justiça, e é pelo advogado que se faz valer a DEMOCRACIA. Nada disto valeria se em primeiro plano não fosse colocado o cliente. Sem ele, sem você, não existiríamos. Você é a razão de ser do que fazemos. Independentemente dos honorários que nos pagam – e seríamos desprezíveis se escondêssemos esse aspecto –, patrocinarmos sua defesa é nos realizarmos como pessoas, na convicção em que ficamos de nossa profissão ter um pouco de sacerdócio.

O cliente do advogado. Todos precisamos do advogado. O juiz de Direito, que julga, o promotor de justiça, que tutela a sociedade, qualquer deles, como cidadãos, quando acionam a justiça necessitam de um advogado, são clientes deste. Seja qual for o cliente, o que sabemos, os advogados, é que ele quer ser ouvido e informado. Do advogado, hão de ser exigidos atenção, interesse, conhecimento, olhos e ouvidos atentos para ver e ouvir o cliente.

O cliente quer um advogado. Só um advogado bem informado sabe o que pretende seu cliente. Sua petição terá eficácia, sua voz será ouvida, que será ele falando pelo cliente. Conhece as necessidades e expectativas de quem lhe confiou uma causa. Deixará o cliente a par de todo o andamento do processo. Com atitudes assim, o advogado construirá sua marca, calcada na admiração, no respeito e, sobretudo, na confiança que adquiriu do cliente.

Valorize seu cliente. No mundo globalizado de hoje, reconhecemos que é preciso muito mais para que se consolide uma carreira, granjeie uma clientela, conquiste um lugar ao sol. As novas conquistas do homem diversificaram, por isso mesmo, as demandas. Todos somos mais bem informados do que há vinte anos. Produtos antes nem sonhados, competição sem igual, consumidores mais exigentes. Mudemos todos, os advogados também!

Ser advogado é ser servidor. O advogado é um prestador de serviços. Deverá estar pronto a oferecer o melhor de si, a desdobrar-se para o cumprimento de sua missão. Paralelamente a essa postura, o cliente sabe exigir mais, tem noção de seus direitos. A conjunção desses valores é que os levará a uma relação em que ambos tenham a ganhar. Será fácil se cada um sabe o que espera do outro. Cliente que sabe como trazer os fatos, advogado consciente do rumo a tomar.

 

 

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