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Reestruturação dos Valores. No mundo que vivemos assistimos a uma depreciação de valores, ou, alheios ao verdadeiro alcance do termo, somos nós que estamos aquém dessa mensuração, ou nos deparamos é com uma nova conceituação deles? Afinal, se, por exercício de ficção científica, retrocedermos 100 anos no tempo, não nos será cômoda, por mínimo que seja, qualquer conciliação nos dois extremos.

Os meios justificam os fins. Afora o cenário, suficiente para nos emudecer, com a arquitetura que não poderia ser imaginada, o automóvel, o avião, o telefone, o microcomputador e o celular, por si sós, já nos desnortearíamos. Uma população progressivamente em ascensão, até a noção do correto e do errado seriam exercício para nosso cérebro. Hoje, no momento do utilitarismo ético, quando o verdadeiro é o útil, o vantajoso é o conveniente, tendo eficácia na ordem das coisas e, numa lição de Maquiavel, esquecidos dos meios porque a muitos o que importa são os fins, a verdade a passo com a utilidade.

O homem não é o lobo do homem. Nem tudo, no entanto, está perdido. Inerente ao homem, porque de sua própria essência, que o distingue dos que rastejam, sobrelevam a noção e o conceito que nos identificam, nós, para quem os fins não justificam os meios, na convicção em que ficamos, desmentida a assertiva hobbesiana de que o homem é o lobo do homem.

Fins éticos pressupõem meios éticos. Para que alcancemos um fim legítimo, os meios disponíveis terão de ser válidos, porque fins éticos pressupõem meios igualmente éticos. Vislumbrar um horizonte nebuloso nesse aspecto é pressupor uma alvorada de insegurança para a vida, na tensão das relações sociais, somente possíveis com prejuízos a interesses particulares, em afronta ao Direito e à Justiça.

A felicidade não pode ser construída sobre a infelicidade dos outros. Para Aristóteles, Platão e Santo Tomás de Aquino, seus ideais de ética partiam do projeto de felicidade, intrínseco aos seres humanos. Hoje não mais estamos seguros dessa felicidade. Frustrados, pois se a felicidade é o que mais se busca e o marketing comercial mais a promete, é também o que menos se encontra. A felicidade não pode ser construída sobre a infelicidade dos outros, pois se passar por cima dos outros pode rechear a conta bancária, conferir poder e influência, só não traz a felicidade.

A sociedade que nos educa nos massifica. Nossos sentimentos, nossas condutas, nossas ações e nossos comportamentos são modelados pelas condições em que vivemos (família, classe e grupo social, escola, religião, trabalho), somos formados pelos costumes de nossa sociedade, que nos educa, ou melhor, nos massifica, nos manipula para respeitarmos e reproduzirmos os valores propostos por ela como bons e, portanto, como obrigações e deveres. Nossos profissionais recebem muita informação, mas pouco ou quase nada de formação de senso crítico. O que os encanta não é a justiça, é o dinheiro.

A vontade guiada pela razão é elemento fundamental da vida ética. A ética se refere às características pessoais de cada um, que determinam quais virtudes e quais vícios cada um é capaz de praticar. Referem-se, portanto, ao senso moral e à consciência ética individuais. A vontade guiada pela razão é elemento fundamental da vida ética. Humanos, estamos sujeitos a tudo o que é comum ao homem e o identifica. Nesta primeira conversa, queremos registrar o propósito de nos esforçarmos para o melhor em nossa relação ADVOGADO x CLIENTE.

 

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